«Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus», disse Nosso Senhor Jesus Cristo. Há várias interpretações possíveis, mas hoje foquemo-nos numa, relativamente simples: a relação entre a política e a vida comunitária, religiosa e popular.
Aproveitar as festas dos santos populares para fazer campanha eleitoral, como fez Cotrim de Figueiredo, é misturar desnecessariamente uma festa popular com política. É manchar a alegria própria da época com discussões ideológicas (sem prejuízo da relevância dessas discussões, em sede própria) e rebaixar o debate político a virar bifanas e salsichas.
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